Marina is a novel that belongs to young adult fiction by the Spanish writer Carlos Ruiz Zafón. It was published in 1999 by the publishing house Edebé and reprinted in February 2017 bringing the total to approximately thirteen editions. Perhaps, Marina is the most indefinable and impossible novel to be categorised among the books by Carlos Ruiz Zafón. And, according to the writer's words, probably it is the most personal of his works.Marina is a supernatural mystery history that takes place in Barcelona. The protagonists find many trails, discover mystery places, abandoned mansions and gardens, get anonymous papers, conduct interviews. And finally, they come to confessions of the minor characters that became favourites tools of Carlos Ruiz Zafón to "unclog" the plot. The novel looks into self-investigation, just Bildungsroman, in the bloom of love and its difficult managing, and to melancholy caused by faithfulness. The Guardian called Zafón's narrative style …
Marina is a novel that belongs to young adult fiction by the Spanish writer Carlos Ruiz Zafón. It was published in 1999 by the publishing house Edebé and reprinted in February 2017 bringing the total to approximately thirteen editions. Perhaps, Marina is the most indefinable and impossible novel to be categorised among the books by Carlos Ruiz Zafón. And, according to the writer's words, probably it is the most personal of his works.Marina is a supernatural mystery history that takes place in Barcelona. The protagonists find many trails, discover mystery places, abandoned mansions and gardens, get anonymous papers, conduct interviews. And finally, they come to confessions of the minor characters that became favourites tools of Carlos Ruiz Zafón to "unclog" the plot. The novel looks into self-investigation, just Bildungsroman, in the bloom of love and its difficult managing, and to melancholy caused by faithfulness. The Guardian called Zafón's narrative style "simply beautiful".
(literala: polizia erretirauakingo otorduan 🤣). Asko gustau jatak. Ez nauk harritzen gazte literaturako klasiko izatia, interesa bikain mantentzen jok-eta, irakorlian neuronak ondo erabillitta (gaztiak tontotzat hartu barik) eta amaiera trepidantiakin. Nobelan zihar, baiña, Bartzelona modernista ustelenetik zihar bidaiatzen dogu, bildur gotiko fiña jorratuta, modu oso elegantian. Txalo bero bat, eta gaur egunian papelezko libururik irakortzen daben gazterik badago, emoixozue liburuhau.
Este é o segundo livro do Zafon que termino e saio da leitura encantado e plenamente satisfeito. Eita como escreve!
Eu demorei um pouco pra me envolver na história por causa das expectativas que tinha sobre ela, mas após uma pausa retomei e curti demais toda a atmosférica fantástica e aterradora que o autor entregar aqui.
Oscar Drai e Marina percorrem as ruas de uma Barcelona repleta de mistérios e histórias de um passado que embora não exista mais se faz sempre presente seja na arquitetura da cidade, nas lembranças de seus habitantes curiosos e nos sentimentos guardados a sete chaves que em dado momento teimam em transbordar.
É impressionante o grau de detalhamento que Zafon confere aos seus coadjuvantes e é um deleite quando ele para a narrativa para nos deixar a par do histórico de vida dos mesmos. Nenhum é raso e nenhum é clichê. Do vilão ao …
Este é o segundo livro do Zafon que termino e saio da leitura encantado e plenamente satisfeito. Eita como escreve!
Eu demorei um pouco pra me envolver na história por causa das expectativas que tinha sobre ela, mas após uma pausa retomei e curti demais toda a atmosférica fantástica e aterradora que o autor entregar aqui.
Oscar Drai e Marina percorrem as ruas de uma Barcelona repleta de mistérios e histórias de um passado que embora não exista mais se faz sempre presente seja na arquitetura da cidade, nas lembranças de seus habitantes curiosos e nos sentimentos guardados a sete chaves que em dado momento teimam em transbordar.
É impressionante o grau de detalhamento que Zafon confere aos seus coadjuvantes e é um deleite quando ele para a narrativa para nos deixar a par do histórico de vida dos mesmos. Nenhum é raso e nenhum é clichê. Do vilão ao cocheiro, do relojoeiro ao diretor do orfanato e das pacientes do hospital, todos eles tem aquele estofo e brilho de personalidade únicas aqui. Talvez até ofuscando em muitos momentos os protagonistas mirins...
A trama às vezes ganha ares de fantasia e você chega a duvidar que algumas coisas possam estar acontecendo, mas as descrições são tão reais, o medo e a tensão sao tão fortes que você se vê sem fôlego enquanto lê, principalmente nas partes decisivas. O conflito final nos coloca no mesmo local de dilema moral do vilão e seria hipocrisia dizer que não entendo plenamente as motivações dele ainda que ele tenha trilhado um caminho hediondo ao longo de sua trágica trajetória pela vida.
O final é de partir o coração, quis chorar com ele e para mim que li primeiramente esperando encontrar semelhanças com O Oceano no Fim Do Caminho posso dizer que fui contemplado e que foi um encontro tão marcante quanto aquele que às vezes tenho com a Lettie Hempstock.